Um giro pela Toscana | Revista Bottle

Viagens

Um giro pela Toscana

Florença é uma cidade tão rica culturalmente que são necessários
pelo menos 3 dias para conhecê-la razoavelmente teste
Por: Johnny Mazzilli
18 de março de 2020 • 5 minutos de leitura

Desembarquei em Florença em um começo de tarde fresco e ensolarado. A princípio, não me detive na cidade, onde eu já havia estado algumas vezes sem, contudo, conhecê-la: já tinha passado pelo aeroporto, pela estação de trens e até cortado Florença em uma van, mas nunca caminhado por ela.

De lá, seguimos para a pequena Pontassieve, situada às margens do histórico rio Arno, na região do Chianti Rufina, a aproximadamente 25 quilômetros de Florença. Na primavera, os efeitos do inverno se faziam sentir no rio, como o baixo nível das águas. Em Pontassieve, eu me estabeleci na Fattoria Lavacchio, uma vinícola com acolhedoras instalações; de lá eu empreendi minhas investidas pela região.

Deixei Florença com a clara sensação de que vi quase nada, portanto só me resta voltar com mais tempo. À tarde, tomei o rumo da pequena Carmignano, uma comuna da Toscana na província de Prato com pouco menos de 12 mil habitantes, localizada a uns 40 quilômetros de Florença. Meu objetivo era experimentar alguns vinhos da DOCG Carmignano (Denominação de Origem Controlada e Garantida), uma região vitivinícola toscana não tão conhecida.

“Lá, fui recebido na Fattoria di Bacchereto, pela proprietária Rossella Bencini, personagem do vinho famosa na região, que me apresentou alguns de seus rótulos elegantes e bem-feitos.”

Deixei a propriedade ao cair da noite e retornei a minha silenciosa base em meio às colinas do Chianti, a Fattoria Lavacchio, onde fiquei em um casarão reformado do século 16. A distância da cidade propicia uma grande escuridão e a visão de um céu cheio de estrelas.

Deixei Florença com a clara sensação de que vi quase nada, portanto só me resta voltar com mais tempo. À tarde, tomei o rumo da pequena Carmignano, uma comuna da Toscana na província de Prato com pouco menos de 12 mil habitantes, localizada a uns 40 quilômetros de Florença. Meu objetivo era experimentar alguns vinhos da DOCG Carmignano (Denominação de Origem Controlada e Garantida), uma região vitivinícola toscana não tão conhecida. Deixei a propriedade ao cair da noite e retornei a minha silenciosa base em meio às colinas do Chianti, a Fattoria Lavacchio, onde fiquei em um casarão reformado do século 16. A distância da cidade propicia uma grande escuridão e a visão de um céu cheio de estrelas. Abri um excelente vinho produzido pela Fattoria e me sentei na varanda, apreciando o silêncio até o fim da garrafa.

Na manhã seguinte, parti rumo à histórica cidade de Siena. O clima não ajudou muito; logo que cheguei à cidade, começou a chover intermitentemente. Mas não me abalei e segui caminhando até a Piazza del Campo, a praça principal que sedia a mais famosa prova equestre da Itália — o Palio di Siena, uma competição anual que acontece sempre em agosto desde o século 17 e faz os ânimos se exacerbarem.

Antes da praça, porém, uma parada estratégica para conhecer uma das mais lendárias docerias de Siena, o Panificio Il Magnífico, onde comi muitos doces, como panforte, panpepato, cavalucci e um maravilhoso biscoito de amêndoas com manteiga, chamado riciarelli.

Da doceria, com a consciência pesada, segui para a praça. Nesse dia, não havia competição, e a chuva voltou; deixei a cidade e fui para Montepulciano. A chuva apertou ainda mais e escureceu cedo. No caminho — que mesmo cinzento e chuvoso era lindo —, fiz uma breve parada na pitoresca San Quirico, para visitar o Birrificio San Quirico, uma pequena cervejaria artesanal.

De lá, segui para Montepulciano debaixo de uma chuva torrencial; e como visitar a pequena cidade era algo inviável em tais condições, fui direto a uma degustação na linda Vinícola DEI, que produz ótimos vinhos como Nobile de Montepulciano e Rosso de Montepulciano. Após um dia corrido, com um resfriado chato batendo, regressei à Fattoria Lavacchio, tomei um banho muito quente e duas doses caprichadas de grappa — receita toscana para acabar com resfriados —, fui cedo para a cama e acordei na manhã seguinte me sentindo melhor.

O Castello di Potentino, onde fui recebido com um pequeno workshop de produção de queijos artesanais, seguido de almoço e uma degustação. Em um ambiente ricamente decorado, onde foi servido um delicioso almoço, experimentei vinhos um pouco decepcionantes, mas que não prejudicaram a experiência.

“Deixei o castelo rumo a uma vinícola nas proximidades, onde a enóloga Stella di Campalto elabora vinhos surpreendentemente bons.”

Após uma breve visita a seus vinhedos, um bate-papo sobre os vinhos e uma degustação, passei rapidamente na aprazível Abadia de Sant’Antimo, nos arredores de Montalcino, e finalmente visitei a pequena e emblemática cidade. Mas já era tarde, e quase 200 quilômetros de estrada me aguardavam.

Deixei Florença com a clara sensação de que vi quase nada, portanto só me resta voltar com mais tempo. À tarde, tomei o rumo da pequena Carmignano, uma comuna da Toscana na província de Prato com pouco menos de 12 mil habitantes, localizada a uns 40 quilômetros de Florença. Meu objetivo era experimentar alguns vinhos da DOCG Carmignano (Denominação de Origem Controlada e Garantida), uma região vitivinícola toscana não tão conhecida. Deixei a propriedade ao cair da noite e retornei a minha silenciosa base em meio às colinas do Chianti, a Fattoria Lavacchio, onde fiquei em um casarão reformado do século 16. A distância da cidade propicia uma grande escuridão e a visão de um céu cheio de estrelas.

Deixei Florença com a clara sensação de que vi quase nada, portanto só me resta voltar com mais tempo. À tarde, tomei o rumo da pequena Carmignano, uma comuna da Toscana na província de Prato com pouco menos de 12 mil habitantes, localizada a uns 40 quilômetros de Florença. Meu objetivo era experimentar alguns vinhos da DOCG Carmignano (Denominação de Origem Controlada e Garantida), uma região vitivinícola toscana não tão conhecida. Deixei a propriedade ao cair da noite e retornei a minha silenciosa base em meio às colinas do Chianti, a Fattoria Lavacchio, onde fiquei em um casarão reformado do século 16. A distância da cidade propicia uma grande escuridão e a visão de um céu cheio de estrelas. Abri um excelente vinho produzido pela Fattoria e me sentei na varanda, apreciando o silêncio até o fim da garrafa.

Na manhã seguinte, parti rumo à histórica cidade de Siena. O clima não ajudou muito; logo que cheguei à cidade, começou a chover intermitentemente. Mas não me abalei e segui caminhando até a Piazza del Campo, a praça principal que sedia a mais famosa prova equestre da Itália — o Palio di Siena, uma competição anual que acontece sempre em agosto desde o século 17 e faz os ânimos se exacerbarem.

Antes da praça, porém, uma parada estratégica para conhecer uma das mais lendárias docerias de Siena, o Panificio Il Magnífico, onde comi muitos doces, como panforte, panpepato, cavalucci e um maravilhoso biscoito de amêndoas com manteiga, chamado riciarelli.

Da doceria, com a consciência pesada, segui para a praça. Nesse dia, não havia competição, e a chuva voltou; deixei a cidade e fui para Montepulciano. A chuva apertou ainda mais e escureceu cedo. No caminho — que mesmo cinzento e chuvoso era lindo —, fiz uma breve parada na pitoresca San Quirico, para visitar o Birrificio San Quirico, uma pequena cervejaria artesanal.

De lá, segui para Montepulciano debaixo de uma chuva torrencial; e como visitar a pequena cidade era algo inviável em tais condições, fui direto a uma degustação na linda Vinícola DEI, que produz ótimos vinhos como Nobile de Montepulciano e Rosso de Montepulciano. Após um dia corrido, com um resfriado chato batendo, regressei à Fattoria Lavacchio, tomei um banho muito quente e duas doses caprichadas de grappa — receita toscana para acabar com resfriados —, fui cedo para a cama e acordei na manhã seguinte me sentindo melhor.

o Castello di Potentino, onde fui recebido com um pequeno workshop de produção de queijos artesanais, seguido de almoço e uma degustação. Em um ambiente ricamente decorado, onde foi servido um delicioso almoço, experimentei vinhos um pouco decepcionantes, mas que não prejudicaram a experiência.

“Deixei o castelo rumo a uma vinícola nas proximidades, onde a enóloga Stella di Campalto elabora vinhos surpreendentemente bons.”

Após uma breve visita a seus vinhedos, um bate-papo sobre os vinhos e uma degustação, passei rapidamente na aprazível Abadia de Sant’Antimo, nos arredores de Montalcino, e finalmente visitei a pequena e emblemática cidade. Mas já era tarde, e quase 200 quilômetros de estrada me aguardavam.

Quando ir

  • Janeiro a março

    Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua.

  • Junho a setembro

    Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua

Onde ficar

  • Vinícola e Agriturismo Fattoria Lavacchio

    Via di Montefiesole, 55 – 50065 Pontassieve, Toscana, Itália

    https://www.fattorialavacchio.com

  • Borgo il Poggetto

    Via Cecinese, 70, 56040 Casale Marittimo, Itália

    https://www.borgoilpoggetto.com